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Registro de ponto por exceção: Como funciona a mudança de comportamento


(Imagem:Reprodução)


Fonte: Jornal Contábil


Sancionada há quatro meses, a Lei da Liberdade Econômica trouxe algumas mudanças na área trabalhista que ainda terão impactos no comportamento das empresas e suas relações com os colaboradores, e a forma como as duas partes se relacionam. Uma das alterações mais polêmicas é a que permite o controle de ponto por exceção. Logo, empresas podem combinar com trabalhadores para que eles façam registros apenas dos horários que fujam dos regulares – como em casos de atrasos ou horas extras –.


Os gestores que optarem por essa modalidade devem ficar atentos, pois a permissão só é válida se houver acordo individual ou coletivo, feito por escrito, entre patrões e colaboradores. E ainda não há consenso: duas decisões recentes do TST, de novembro e dezembro do ano passado, não reconheceram o registro de ponto por exceção como válido.


Seguindo o que diz a nova legislação, o empregado não precisa registrar o ponto dentro da jornada regular – precisará registrar em casos de atrasos ou horas extras. Com a liberdade maior, pode ser preocupante. Dependendo do empregador, o funcionário pode ficar constrangido de registrar a exceção.


Quando não havia a possibilidade de registro de exceção, o cartão de ponto era essencial para acompanhar os horários de entrada e saída dos colaboradores. Nesses casos, quando o trabalhador ingressava com ação na Justiça do Trabalho e pleiteava horas extras, a empresa tinha de juntar os controles de frequência aos autos do processo. Caso a empresa não juntasse, presumia-se a jornada declarada pelo reclamante, ou seja, o funcionário. Mas, se no cartão não apontasse hora suplementar, aí o empregado precisaria buscar outras provas – testemunhais, por exemplo – para mostrar que fazia horas suplementares.


Com a Lei da Liberdade Econômica, o horário que não for registrado como exceção poderá se perder e não haverá como comprovar que a jornada regular não foi cumprida. Se o colaborador ingressa postulando horas extras, e havia registro de ponto de exceção, o ônus da prova será dele desde o início. Essa novidade trará repercussão no Direito do Trabalho.


A jurisprudência em torno do assunto já indicava como inválido aqueles controles de pontos de “jornada britânica”, sempre com os mesmos horários de entrada e saída dos funcionários. Esse era um posicionamento do Tribunal Superior do Trabalho (TST), mas que deve mudar de entendimento com o vigor de nova legislação.


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